Regiane Araújo é cantora, compositora e instrumentista de São Luís (MA), com mais de 15 anos de experiência em palcos e estúdios. Sua música mistura reggae, afrobeat, latinidades e pop, refletindo sua origem na Capital Nacional do Reggae e abordando questões da mulher periférica e afroindígena na sociedade contemporânea.Eleita melhor cantora maranhense pelo Prêmio Volts em 2021, Regiane também se destacou no espetáculo musical “Ilha Jamaica”, interpretando a protagonista Rubi e conquistando o público com sua voz e atuação.
Gil Leros (Gilmartim M. S., nascido em 1985 em Tucuruí, Pará) é artista visual e muralista, com trajetória marcada pela pintura, desenho e intervenções urbanas. Desde a infância, encontrou na arte uma forma de expressão e comunicação, aprimorando seu talento ao longo dos anos nas ruas de São Luís e em projetos de arte contemporânea.
Formado em Arquitetura e Urbanismo, Gil Leros combina arte, arquitetura, música e cultura urbana em suas obras, destacando-se por sua identidade visual singular e pela valorização dos elementos culturais e arquitetônicos do Maranhão. Entre seus trabalhos, destaca-se o Mural Mestre Tunico, realizado em 2021 por meio da Lei Aldir Blanc em São Luís.
Lairton Paulino da Silva (nascido em 14 de julho de 1972, em Alto Alegre do Pindaré, Maranhão) é cantor e compositor do gênero romântico brasileiro. Desde criança, aprendeu sozinho a tocar violão, guitarra, teclado e outros instrumentos, conciliando a música com o trabalho como vendedor ambulante para ajudar a família.
Aos 17 anos, mudou-se para Santa Inês e iniciou sua carreira artística em bandas, apresentações noturnas e casas de seresta. Em 1998, lançou seu primeiro CD com a música Morango do Nordeste, que se tornou um fenômeno, vendendo um milhão de cópias e consolidando Lairton como um dos principais nomes da música romântica no Brasil.
Mestra Roxa (Maria da Graça Motta Belfort) é uma mestra da cultura popular afromaranhense, nascida no quilombo Santa Rosa dos Pretos. Aprendeu a tocar caixa com a mãe e tornou-se Caixeira Régia da Festa do Divino. Ao longo da vida, difundiu saberes do cacuriá, tambor de crioula, coco e carimbó, circulando pelo Brasil com oficinas e apresentações. Compositora premiada por instituições como Governo do Estado, Ministério da Cultura e IPHAN, criou em 2024 o show “Toques, Cantos e Encantos”, que reúne cantigas tradicionais, histórias e a força ancestral de sua arte.
Zezé Menezes, também conhecida como Zezé de Yemanjá, é uma mestra da cultura popular maranhense, nascida em São Luís em uma família tradicional de artistas e brincantes. Iniciou-se nas tradições do Tambor de Mina, Candomblé, e diversas manifestações populares como Tambor de Crioula, Bumba-Boi, Festa do Divino, Samba Angola e outras. Foi a primeira Ekedi da Casa Fanti-Ashanti, importante centro afro-religioso e Ponto de Cultura desde 2006.
Ao longo de sua carreira, participou de inúmeros registros musicais e projetos culturais, como LPs e CDs sobre Baião de Princesas, Cacuriá e Toadas do Divino, além de integrar projetos como Ponto Br. e Sonora Brasil, levando oficinas e apresentações de música tradicional brasileira para todo o país. Zezé é reconhecida pela interpretação, percussão e preservação das tradições musicais e religiosas maranhenses.
Banda Barba Branca é um grupo de reggae de São Luís do Maranhão, originário da histórica cidade de Alcântara, conhecida como a “Jamaica Brasileira”. Com repertório baseado em clássicos jamaicanos das décadas de 70, 80 e 90, a banda se destaca por releituras autênticas do reggae e por acompanhar artistas internacionais como Dennis Bovell, Cedric Myton (The Congos) e All Griffiths (The Gladiators).
Formada pelos irmãos Nailton Lobato (vocal), Fabiano Lobato (baixo) e Dalton Lobato (bateria), ao lado de Guilherme Frazão, Ricardo Sá, Evandson Nascimento, Kleiton Teixeira, Leandro Souza e Wilson Vasconcellos, a banda mantém shows dançantes e envolventes. Em 2026, deve lançar seu primeiro álbum, Pedra Angular (Corner Stone), apresentando músicas autorais que já encantam o público maranhense.
O Garagem Alternativa é um podcast criado para valorizar a música autoral maranhense, destacando a força e a diversidade do cenário alternativo local. Produzido pelo Imirante.com e apresentado pelos jornalistas Eduardo Lindoso e André Nadler, o programa traz entrevistas com cantores, produtores e artistas que atuam no setor cultural do Maranhão.
Com linguagem leve e foco na cultura genuinamente maranhense, o podcast já está na sexta temporada, soma mais de 75 episódios e está disponível no YouTube, Spotify e redes sociais, reforçando seu papel como vitrine da produção artística local.
DJ Helena Mello é graduada em Recursos Humanos pela Faculdade Pitágoras e atua como DJ de Reggae Roots desde 2015. Reconhecida por representar o reggae feminino em São Luís do Maranhão, contribui para fortalecer o protagonismo da mulher na cena reggae e ocupa espaços importantes em eventos na capital, no interior do estado e em cidades como Floriano (PI) e Rio de Janeiro.
É também idealizadora do primeiro projeto solidário de reggae voltado à causa animal em São Luís, unindo música, cultura e responsabilidade social para promover a proteção e cuidado dos animais.
A Bandinha do Professor, criada em 2023 em São Luís (MA) pelo professor Antonyel Pacheco, ganhou destaque nacional ao usar clássicos da MPB e do Rock Nacional como método de ensino para crianças e adolescentes. Os vídeos do grupo alcançaram milhões de visualizações e levaram os alunos dos ensaios escolares aos palcos, incluindo uma apresentação no Festival LED, no Museu do Amanhã, a convite da Rede Globo. Com releituras de artistas como Legião Urbana e Elis Regina, o projeto une educação e arte, revelando talentos jovens e resgatando memórias afetivas. A formação inclui Antonyel Pacheco, David Claro, Analu Lopes, Rebeca Uchoa, Mariana Sayuri, Bernardo Damasceno, Yuri Guimarães e Benjamin Furtado.
A Brisa Discos é uma loja e selo musical independente criada por Kiko Lisboa e Paulo Moraes em 2023, especializada em vinis, lançamentos autorais e reedições especiais de artistas maranhenses.
Além de conectar colecionadores e apaixonados por música, a Brisa também apoia artistas independentes, produzindo e distribuindo trabalhos que atravessam gêneros e gerações através de projetos como o Brisa Sessions e o selo digital Brisa Rec .
Música com alma e história, direto do Maranhão.
O SONORA é um festival global nascido da hashtag #mulherescriando, criada por Deh Mussulini, com o objetivo de dar visibilidade à produção musical feminina. Com caráter colaborativo e plural, o movimento se espalhou por mais de 60 cidades em 16 países, promovendo shows, oficinas, debates e ações formativas que fortalecem redes e impulsionam a profissionalização de mulheres na música.
Em São Luís, o Sonora SLZ é realizado desde 2016 e chega à sua 6ª edição, organizado pelas produtoras Valda Lino e Deyla Rabelo. O festival já reuniu mais de 40 compositoras, destacando nomes consolidados e revelando novas artistas, muitas vezes em suas primeiras apresentações públicas. Ao promover intercâmbio criativo e autoconfiança, o evento fortalece a presença feminina no mercado musical e consolida São Luís como um polo cultural vibrante.
O Boi da Floresta é um tradicional grupo de Bumba Meu Boi do Maranhão, criado nos anos 1970 no Quilombo da Liberdade, em São Luís. Pertencente ao sotaque da baixada, é símbolo de resistência cultural e tem forte impacto social na comunidade. Além das apresentações, promove ações que geram renda e valorizam saberes tradicionais, mantendo viva a identidade ludovicense e maranhense.
O projeto já existe há 3 anos e tem como foco principal a homenagem a artistas maranheses em várias modalidades.
Porém as maiores homenagens foram para cantores e cantoras.
Low Música e Vinil é um espaço cultural de São Luís dedicado à valorização do vinil e à promoção da música em sua forma mais autêntica. O local se tornou ponto de encontro para colecionadores, músicos e apreciadores, oferecendo experiências de escuta, convivência e criação artística.
Entre seus projetos, destacam-se o Clube do Vinil, realizado semanalmente, e a Feira de Vinil e Cultura, que integra música, artesanato e outras expressões artísticas, fortalecendo a cena musical independente e preservando a memória do som analógico.
FERNANDO TEIXEIRA É Graduado em Direito (CEUMA), pós-graduando em Gestão Cultural e Indústria Criativa (PUC). Membro da Associação Brasileira de Produtores de Eventos – ABRAPE e membro da academia Multishow. Produtor cultural com vasta experiência e fundador da Dux Produções, uma das maiores produtoras de evento do Maranhão.
Roberto Chinês é cavaquinhista e bandolinista maranhense, iniciado na música ainda criança em rodas de samba com influência de seu pai, Chico Chinês. Atuou com artistas nacionais como Alcione, Zeca Baleiro e Moacir Luz, além de colaborar com músicos e grupos locais em gravações, arranjos e produções de samba, blocos tradicionais e bumba-meu-boi.
Participou de grupos como Espinha de Bacalhau, Madrilenus, Samba de Reis, Choro Pungado e turnês internacionais, incluindo Paris com o grupo folclórico Pirilampo. Formado em Música pela UFMA, lançou seu primeiro CD instrumental aos 14 anos e atualmente prepara seu segundo álbum autoral, apresentando também o projeto Roberto Chinês Quarteto com releituras de clássicos e composições próprias.
O Grupo Vocal, fundado em 2020 e atualmente em sua segunda formação, é liderado pelas cantoras Iva Lima e Sophia Stephanne. O projeto valoriza a cultura nordestina feminina, destacando o forró pé de serra e suas raízes de forma acessível, competente e envolvente.
Atuante nos movimentos genuínos de forró em São Luís, o grupo participou de diversas atividades no período junino, como eventos para a terceira idade, gravações de discos e aberturas de festivais, incluindo o Festaça Junina, no Ceprama.
Seu propósito é fazer do forró um instrumento de transformação, felicidade e preservação das tradições culturais do Maranhão.
Mestre Amaral (nascido em 14 de outubro de 1962, em São Vicente de Ferrer) é mestre de Tambor de Crioula, músico e educador cultural. Desde criança, foi introduzido na tradição familiar do Tambor de Crioula e aprofundou seus conhecimentos em São Luís com diversos mestres da prática. Em 2012, fundou o Centro Cultural Mestre Amaral, oferecendo apresentações, oficinas de percussão e dança, fortalecendo a cultura do Tambor de Crioula.
Em 2016, lançou o disco e DVD Vou Levantar a Bandeira. Após a pandemia, retomou atividades com o coletivo Criola Beat e, em 2024, apresentou-se na Virada Cultural de São Paulo e em eventos no Rio de Janeiro, mantendo viva a tradição do Tambor de Crioula em São Luís.
Luma Pietra é uma cantora e compositora maranhense que ama a Arte em todas as suas expressões. Sua música possui um amplo céu de influências que passa por constantes ares de descobrimentos e deslumbramento, mas para fins catalográficos pode chamar de Nova MPB ou MPBeat.
Uma artista versátil que experimenta música de diversos sabores, do blues à cúmbia, mas sempre de forma visceral e verdadeira.
Luma Pietra. Um nome a se contemplar na nova geração da música brasileira.
Criado pelo produtor Adnon Soares em 2018,o criolabeat traz referencias sonoras com sotaque maranhense! dialogando com a musica eletrônica e jamaicana, traz em seu repertório uma mixtape com oito musicas autorais cheias de personalidade, partindo da vivência com mestres das cultura popular até as composiçoes dos beats em stúdio.
A Casa Fanti Ashanti, fundada em 1954 por Pai Euclides Menezes Ferreira, é um tradicional terreiro de mina jejê-nagô de São Luís (MA), onde são cultuados vodúns, bonsús, nkisis e encantados. Em 1980, tornou-se também o primeiro terreiro de Candomblé do Maranhão a incorporar o culto aos orixás. Além da religiosidade, sempre preservou manifestações culturais maranhenses como Tambor de Crioula, Bumba Meu Boi, Canjerê e Tambor de Taboca. Desde 2015, a liderança é de Mãe Kabeca de Xangô, mestra de cultura e defensora do combate ao racismo religioso. Graças à mobilização da Casa, o dia 24 de abril virou o Dia Municipal de Combate ao Racismo Religioso (Lei nº 7.500/2023).
Boi de Morros é uma manifestação folclórica do Maranhão com 50 anos de história, reconhecida como Patrimônio Imaterial do Maranhão, do Brasil e da Humanidade. Fundado em 23 de junho de 1976, o grupo é um dos principais representantes do Bumba Meu Boi, mantendo viva a tradição por meio de apresentações que incluem música, dança, teatro e coreografias inspiradas na natureza e na cultura local.
Com 160 integrantes, o Boi de Morros preserva personagens tradicionais como Pai Francisco, Mãe Catirina, Índias e Índios, Vaqueiros e o Amo, narrando o Auto do Bumba Meu Boi em todas as suas apresentações. Ao longo de sua trajetória, o grupo se destacou por inovações nas indumentárias e nos elementos cênicos, participou de festivais internacionais na Europa e Ásia e promove mensagens de fraternidade, preservação ambiental e valorização da cultura maranhense.
Das quebradas do Maranhão pro Brasil, o DJ e produtor musical, WuK carrega em seu som o peso de suas raízes com o ritmo das ruas.
Iniciando sua trajetória em 2020, o artista percorreu palcos pelo Brasil, carregando em cada apresentação o peso e o orgulho de sua origem maranhense.
A 98 Records é mais que um estúdio de música: é uma equipe apaixonada por criatividade, inovação e produção musical. O estúdio transforma ideias em experiências sonoras marcantes, oferecendo um ambiente divertido, profissional e totalmente voltado ao desenvolvimento artístico. A equipe reúne especialistas em áudio, produção e marketing musical, dedicados a dar vida a cada projeto com excelência.
À frente do estúdio está Rafael Hachem, diretor e força motriz da 98 Records. Com ampla experiência no mercado musical, Rafael combina visão estratégica, conhecimento técnico e compromisso com a qualidade. Sua liderança inspira a equipe a criar soluções personalizadas e inovadoras, sempre priorizando o crescimento e o sucesso dos artistas.
A 98 Records oferece estrutura exclusiva, incluindo equipamentos profissionais, suporte técnico especializado, produção completa (da pré-produção à mixagem), registro de obras, aulas de música, espaço para ensaios e serviços de agenciamento e gerenciamento artístico — tudo em um ambiente criativo e de alto padrão.
A Baddest é um coletivo social e cultural de São Luís (MA) que, desde 2014, promove o protagonismo negro e LGBTQIAPN+ nos espaços midiáticos, públicos e culturais da cidade. Sua atuação concentra-se no fomento à cultura urbana e ancestral, na formação de novos talentos e no desenvolvimento de ações sociais voltadas ao enfrentamento da desigualdade e do racismo estrutural.
O coletivo já trouxe artistas de relevância nacional, como Karol Conká, Rico Dalasam e DJ Caio Prince, e realiza o Festival BADDEST AFRONTAMENTO, que já reuniu mais de 30 artistas de diversas áreas (música, dança, grafitti e teatro) e promove iniciativas de qualificação para artistas do rap e do funk.
Em 2025, o festival celebrou os 10 anos da Baddest com uma homenagem à cultura soundsystem e sua influência na cultura urbana do Maranhão, reunindo cerca de 5 mil pessoas e alcançando 120 mil nas redes sociais. Seus eventos são acessíveis e comprometidos com o combate à desigualdade social e econômica na cidade.
Boi de Zabumba de Leonardo marca a história de um legado com quase 70 anos , sendo a primeira instituição/grupo organizado do Quilombo Urbano da Liberdade. Fundado no ano de 1956 pelo Mestre Leonardo Martins Santos (nascido em Guimarães / 1921-2004). Recebe pessoas do mundo inteiro na sua sede, um local de referência cultural estando aos cuidados da filha de Leonardo, mestra Regina Avelar
Alê Muniz, cantor, compositor e produtor cultural, é reconhecido por unir tradição maranhense e modernidade. Ganhou projeção nacional com o álbum “Iê Mamá”, que levou “Maguinha do Sá Viana” ao circuito internacional, rendendo turnês pelo Brasil, EUA, Europa e América do Sul. Vencedor do Festival Canta Nordeste e do Prêmio da Música Brasileira, também criou o Festival BR-135 e o Conecta Música.
Em nova fase artística, Alê lança o álbum João do Vale, com releituras contemporâneas do mestre maranhense, apresenta o projeto experimental Bamba Live e prepara um álbum autoral orgânico com inéditas e novas versões de suas canções. Uma etapa que reafirma Alê Muniz como uma das vozes essenciais da música maranhense.
Rommel é cantor, compositor, guitarrista e produtor brasileiro, conhecido por sua versatilidade e capacidade de mesclar MPB, Afro-Beat, Reggae, Funk e Jazz. Suas composições em português, inglês, francês e espanhol cativam audiências ao redor do mundo com letras poéticas e melodias envolventes.
Rommel já abriu shows para artistas renomados como Gilberto Gil, Céu, Marisa Monte, Luedji Luna e Geraldo Azevedo, consolidando sua reputação como artista versátil e respeitado, capaz de se conectar com públicos diversos e transcender fronteiras musicais.
Formada em 2013 em São Luís (MA), a Banda Roqueville se destacou por levar a música pop ao vivo com fidelidade aos arranjos originais. A partir de 2014, passou a animar eventos sociais e casas de show da cidade, incluindo o Amsterdam Music Pub, e expandiu sua atuação para outras cidades, como Teresina, tocando no Café Del Mar.
Desde 2020, a banda conta com Luzia Weba nos vocais, Paulo Lopes na guitarra, Marcelo Falcão no baixo e Ramon Guimarães na bateria. Seu repertório é versátil, transitando entre pop, rock, retrô, reggae e sucessos nacionais e internacionais, de Dua Lipa e Madonna a Tim Maia e Paralamas do Sucesso, oferecendo ao público uma experiência dançante e intergeracional.
Bloco Afro Akomabu, fundado em 3 de março de 1984 pelo Centro de Cultura Negra do Maranhão (CCN-MA), é referência de resistência e valorização da cultura afro-brasileira em São Luís. Inspirado nas tradições dos terreiros de Mina, o bloco leva música e dança às ruas, promovendo oficinas artísticas e culturais para preservar e transmitir o patrimônio afro-brasileiro.
Sem foco em competições carnavalescas, o Akomabu atua com o lema “A cultura não deve morrer”, transmitindo mensagens de autoestima e afirmação aos afrodescendentes e fortalecendo comunidades tradicionais através de seus ensaios e atividades culturais.
Basttardz é um grupo de hardcore da Ilha do Caos (São Luís, MA), fundado em 2020, que combina a força do hardcore com a linguagem urbana do rap nacional para abordar temas sociais e políticos. Reconhecida no cenário nordestino e no circuito underground brasileiro, a banda é formada por Andre Nadler (vocais), Inaldo Jr. (guitarra), Adriano Ayan (contrabaixo) e Gabriel Matos (bateria).
A banda possui dois álbuns de estúdio (Brasil com Z – 2020 e Auschwitz Tropical – 2022), um EP (Uma Odisseia no Inferno – 2021) e singles recentes como Nota de Repúdio (2024) e Greve (2025), com mais de 100 mil streams nas plataformas digitais. Com turnês nacionais e videoclipes, a Basttardz se consolidou como uma voz importante da música de protesto nordestina, mantendo viva a cultura hardcore e underground.
Hades (21), natural de São Luís-MA, iniciou sua carreira artística aos 7 anos escrevendo poesias e, aos 13, começou a transformá-las em músicas, descobrindo sua paixão pelo universo musical. Em 2019, aos 15 anos, entrou de vez no cenário do hip-hop, atuando em trabalhos musicais e batalhas de rimas, conquistando prêmios, respeito e relevância dentro e fora do estado, destacando-se pela presença marcante de seus versos.
Feijoada Completa é um grupo de samba maranhense, formado em 2013 em São Luís a partir de rodas de samba informais em quintais e escadarias de bairros. Com 12 anos de trajetória, o grupo se destaca pela força da percussão maranhense e pela fidelidade ao samba tradicional, unindo partido alto, pagode e samba-enredo, com instrumentos como tantã, repique de mão e cavaquinho.
O grupo realizou projetos culturais de referência, como Pagode do Feijuca, Samba do Feijão e Feijão com Argu, além de lançar músicas de sucesso como O Samba Me Chamou e O Samba Quê Paz e um especial audiovisual de 10 anos. Atualmente, é formado por Luzian Filho, Benivaldo, João Lima, Mário Roberto, Rogê Gomes, Dennys Melodia, Marcílio, Airton Sousa e Railson Oliveira, mantendo viva a tradição do samba e fortalecendo a cultura musical do Maranhão.
Alesandra Santos (falecida em 19 de junho de 2025, aos 46 anos) foi uma cantora e compositora maranhense reconhecida por sua voz marcante, talento versátil e carisma. Com mais de 30 anos de carreira, transitou por diversos estilos musicais, como reggae, arrocha, MPB e samba, e participou de inúmeras bandas e grupos culturais, incluindo Coral São José, Grupo Lamparina e Batuques do Maranhão.
Desde pequena influenciada pelo pai, iniciou seus estudos musicais na Escola de Música do Maranhão e se destacou em apresentações culturais e musicais em eventos locais e nacionais, além de realizar projetos próprios como o “São João da Preta” e “Nos Bares da Vida”. Em 2024, lançou o projeto audiovisual “Cantando Histórias”, que alcançou mais de 61 mil visualizações no YouTube.
Alesandra deixou uma legião de fãs e amigos, eternizando sua voz e sua arte no cenário musical maranhense.
José de Ribamar Gomes Veloso (1949–2016), conhecido como Veloso, foi músico, cantor, compositor e artesão maranhense. Natural do Bairro da Madre Deus, iniciou sua trajetória artística nos blocos organizados Urta e na escola de samba Turma do Quinto. Com a estreia do Boi Barrica, criou o Boizinho de Varinha e o Boi de Cofo da Companhia Barrica, destacando-se também como compositor em grupos de samba como Regional 310 e Máquina de Descascar’alho, com músicas como A Lasca e Tá Bom Cheirosa.Veloso deixou um legado cultural marcante no Maranhão, influenciando gerações de artistas, incluindo seu filho, Caetano Veloso, que também faleceu.